O que eu achei sobre o livro ” A arte de Educar” de Flávio Gikovate?!

Olá! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

Hoje eu vim aqui para trazer a minha opinião sobre o livro ” A arte de Educar”. Já temos o post com o resumo do livro e com a biografia do autor então, dê uma checada aí!

“Minha opinião sobre o livro será curta e grossa pois não achei outras palavras para descrever esta obra. Simplesmente fantástica!!! Este livro nos leva à várias reflexões sobre como nós temos agido educando nossos jovens, e nos mostra caminhos fáceis para se chegar à eficiência da tarefa tão difícil que é educar. ”

Educar é uma missão, e não precisamos estar em sala de aula para educar alguém, certo?! Fica a dica! até o próximo post no blog!

Biografia de Flávio Gikovate

Olá pessoal!

Já que fizemos o resumo do livro “A arte de Educar”, agora estamos trazendo pra vocês um pouco de sua vida. Até mais!

Sobre

Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresentando o programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.

Minicurrículo

Flávio Gikovate trabalha em clínica privada, se valendo das técnicas breves e ecléticas de psicoterapia, desde 1968, tendo atendido mais de 10.000 pacientes.

Foi o pioneiro nos estudos sobre o sexo, amor e vida conjugal no Brasil, tendo publicado 34 livros com reflexões originais sobre esses temas e que já venderam cerca de 1.000.000 de exemplares.

Desde 1977 desenvolve intensa atividade de divulgação de suas ideias através dos veículos de comunicação: assinou coluna na Folha de S. Paulo, revista Cláudia, teve programa na TV Bandeirantes e, desde 2007, apresenta o premiado “No Divã do Gikovate” pela rádio CBN (edição nacional).

Biografia

Desde 1966, quando se formou médico psiquiatra pela USP e foi assistente clínico do Institute of Psychiatry na London University, Flávio Gikovate teve uma certeza sobre sua carreira: nunca se filiaria a escolas ou aceitaria doutrinas acadêmicas.

fonte:  http://flaviogikovate.com.br/curriculo/em-portugues/

 

RESUMO DO LIVRO “A ARTE DE EDUCAR”

Fiz aqui um resumão do livro de Flávio Gikovate, uma obra incrível da qual toda vez que você ler, você encontrará uma mensagem nova. Este livro é um manual de cabeceira para pais e professores. Vale muito a pena a leitura!

Introdução:

Temos de ajudar nossos alunos na difícil tarefa de se transformarem em pessoas preocupadas com os seus direitos e os das outras pessoas, educa-los moral e intelectualmente, os levando a uma vida mais feliz. Ao longo do Séc. XX a felicidade era relacionada aos prazeres sexuais, mas o Séc. XXI chegou para transferir este conceito para o sucesso intelectual e para a vida saudável.

Para que se atinja a felicidade, a boa auto-estima é necessária. Não estamos falando de se olhar no espelho e se sentir bonito (a) (isso também traz felicidade, mas não é o que estamos tratando aqui) e sim de ter crenças e viver em conformidade com elas. A disciplina também e necessária para que se atinja a felicidade. Sendo assim, auto-estima não é se sentir bem consigo mesmo e sim sentir orgulho de você mesmo.

Educar é ajudar a criança ou adolescente a formar a sua maneira de pensar para que os mesmos sejam mais felizes no futuro.  É ajuda-los a aprender a lidar com frustações e dores (físicas e emocionais), ou seja, temos de leva-los à maturidade emocional. Para obtermos êxito nesta tarefa (tanto pais quanto professores, os quais devem trabalhar sempre em conjunto) é preciso que sejamos educadores firmes, munidos de um conjunto de valores claros, vive-los e transmiti-los através do exemplo. Devemos educar nossos filhos e alunos para que sejam seres autossuficientes e bem formados intelectual e emocionalmente.

Cap. –  Algumas considerações sobre a questão moral 1

As normas têm por objetivo regulamentar as relações interpessoais. Muitas normas e limitações devem ser impostas ao ser humano ainda quando criança, levando-os ao caminho da autossuficiência. Devemos ensinar as crianças a comerem sozinhas, fazerem a sua própria higiene e se portar com etiqueta. A punição também faz parte da questão moral, uma vez que, quando punimos, aquele certo hábito é abandonado, levando a criança á disciplina.

Certa vez li uma pesquisa que classificava 6 grupos e declarava o que os freava e impedia-os de agir inadequadamente.

Grupo 1: ausência do medo. Atinge 0,5% da população (tendem a constituir a população carcerária).

Grupo 2: se comportam dentro de certos limites por medo de represálias externas e desconhecem o sentimento de culpa, porém, sentem medo e mentem com facilidade.  Representa 10% da população.

Grupo 3: sentem medo de represálias externas e divinas. Representam 15% da população.

Grupo 4: Sentem medo de represálias e também vergonha. Corresponde á 25% da população.

Grupo 5: Respeitam as regras do contrato social mesmo quando não estão sendo observados. Correspondem á 20% da população.

Grupo 6: Entendem o contrato social, ou seja, possuem os valores introjetados. Representam 20% da população.

Educar nos dias hoje é uma difícil tarefa, uma vez que existem seres mais difíceis de educar. Desde cedo as crianças devem ser informadas que ser bom e ético é bom, e sendo assim eles não merecem recompensa alguma por boas atitudes. Devemos transmitir valores aos jovens mesmo que ainda não tenhamos conseguidos atingir tais.

Cap. 2: O papel da instituição e da família

Temos de ensinar aos jovens a se conhecerem melhor, a evoluir moral e emocionalmente e mostra-los que ser disciplinados não é o suficiente.  Nesta tarefa, a instituição de ensino e a família devem andar juntas, e a família deve mostrar amor e respeito á instituição. A escola deve ser tolerante com as peculiaridades do aluno, contudo, não abdicar do seu papel de autoridade. Portanto, a escola deve ser guiada por um conjunto de regras claras e cobrar dos alunos honestidade e firmeza. A liderança deve ser imposta pelo respeito, adquirindo assim a admiração. Não há desabono algum, por parte dos pais, que os mesmos ensinem aos filhos valores que não praticam.

Cap. 3 – O papel do professor

Os alunos são por natureza inquietos, e isso torna ainda mais difícil termos sequer minutos de sua atenção. Sendo assim, devemos ter um desempenho adequado para conseguirmos impressiona-los e atrair a sua atenção.  O professor deve saber sobre o que está falando e acreditar no que está dizendo. O professor deve ter autoconfiança, ser firme quando o ambiente se desvirtua não fazer concessões por medo de perder o carinho dos alunos e sequer fazer algo em prol de sua própria glória: tal glória é dada pelo sucesso dos alunos, de forma indireta.

O professor sábio é um aprendiz. Ele tem coragem e humildade para pesquisar, está sempre atento e mesmo quando é abordado sobre um assunto que não tem conhecimento, não hesita em dizer que não sabe a resposta.  Temos de apurar sempre a forma com que nos comunicamos para não perdermos a nossa audiência. Devemos ter carisma e amorosidade.  Desenvolver interesses nos alunos é uma das tarefas principais do professor, e isso deve ser feito com certo requinte formal.

Considerações finais:  Este livro foi dedicado aos professores porém, de modo indireto, também aos pais.

 

Então, é isso pessoal! Gostaram do resumo? Espero que sim! Deixem os comentários de vocês pra podermos interagir!